quarta-feira, 2 de julho de 2014

BONS MOTIVOS PARA FAZER AULA DE BATERIA & PERCUSSÃO

Para quem já toca
Por mais talento e tempo de experiência como baterista o músico tenha, o treino e o estudo são imprescindíveis para um crescente aprimoramento das suas habilidades técnicas. Fazendo aulas, o músico enriquece seu conhecimento por meio da troca de informações com outros profissionais da área, fica por dentro de todas as novidades (novas técnicas, equipamentos, festivais, oportunidades de expor o trabalho da banda na qual atua, entre outros), bem como progride a cada dia respondendo à cobrança positiva e aos estímulos do coach, que pode ajudar a apontar os pontos a melhorar e contribuir para um aperfeiçoamento e uma evolução contínua.
 
INFANTIL
A coordenação motora adquirida ao praticar bateria contribui para o aprendizado das crianças na escola, pois estimula o raciocínio lógico (ciências exatas: matemática, química, física, entre outros), melhora a caligrafia e incentiva à disciplina, o companheirismo e o trabalho em equipe.
 
JOVENS E ADULTOS
Para adolescentes e adultos, é indispensável uma atividade extracurricular e nada melhor do que a música para desafiá-los a se superarem. Além de melhorar a autoestima, a música é um ótimo hobby para relaxar de todo o estresse do dia-a-dia, servindo, inclusive, como terapia.
 
IDOSOS
A bateria acelera a cura física, estimula o sistema imunológico e produz sensações de bem-estar, a libertação de traumas emocionais e a reintegração. Outros estudos têm demonstrado êxito quanto aos efeitos terapêuticos da bateria em pacientes com mal de Alzheimer, pacientes traumatizados, entre outros. Os resultados do estudo demonstram que a bateria é um valioso tratamento para o stress, fadiga, ansiedade, hipertensão, asma, dor crônica, artrite, doença mental, enxaqueca, câncer, esclerose múltipla, doença de Parkinson, acidente vascular cerebral, paralisia, distúrbios emocionais e uma ampla gama de deficiências físicas.
 
CONTATO
Romildo R. Ramlow
E-mail: romildo.ramlow@gmail.com
Cel.: (49) 9945-8848 [TIM]
Cunha Porã-SC

 



 

 

 

 

domingo, 2 de maio de 2010

Barbeiro de Sevilha tocando bateria

http://www.youtube.com/watch?v=vo4g-hhuiO4

D.R.U.M (Drumline Rudiment User Matrix)

D.R.U.M (Drumline Rudiment User Matrix) é um joguinho bem legal onde você pode montar, escutar, salvar e imprimir os seus próprios rudimentos! Clique AQUI para jogar!


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pedal Duplo - Exercícios

Logo que recebi a Revista MODERNDRUMMER, edição 85, dezembro de 2009, da qual sou assinante, li a matéria O furacão que veio do Sul, com Max Kolesne, por Felipe Drago. Compartilho aqui com os leitores deste blog duas superdicas deste batera reconhecido mundialmente pelo seu esforço, dedicação e musicalidade. Max é referência no cenário metal brasileiro.


Em entrevista a Felipe Drago (Revista ModerDrummer, edição nº 85, p. 28, dezembro de 2009) o baterista da banda de metal Krisiun, Max Kolesne, respondeu a pergunta que lhe foi feito “Existe algum exercício que você recomenda para melhorar a técnica de bumbo duplo?”, e ele respondeu o seguinte: “Sempre treinei ritmos simples e básicos para melhorar na parte de velocidade, pegada e resistência. Um dos ritmos que treino, por exemplo, seria os bumbos em semicolcheia, a condução em colcheia e a caixa em semínima, tocando a caixa, o primeiro bumbo e a condução juntos no primeiro toque, depois mantendo a batida direta, sem intervalos. É algo bem simples, mas quando tocado em alta velocidade pode ter um efeito devastador, e dobrando a caixa, vira um blastbeat (confira a partitura desses exercícios logo abaixo). Tocar bumbos rápidos também tem muito a ver com a forma como se regula as molas dos pedais e como o baterista se posiciona. Costumo usar a mola bem apertada e o batedor bem longe da pele uns 45 graus. Dessa forma consigo aproveitar o máximo do rebote, das molas e da pele. É como se eu flutuasse sobre os pedais e tocasse para cima ao invés de para baixo. Também é importante saber relaxar - se o baterista ficar tenso fazendo muita força, é porque algo está errado”.

E ainda, Max dá a seguinte dica para os interessados em tocar música pesada, metal e dominar a técnica de pedal duplo. A ModernDrummer perguntou-lhe: Que dicas você dá para quem quer tocar o estilo de música que você toca?
Max respondeu com a seguinte dica: "Eu diria para praticar muito, ter disciplina, não ser preguiçoso e manter uma rotina de treinos constantes. Para o baterista que já tem uma noção legal, é importante tocar com outros músicos, formar uma banda, ou pelo menos arrumar um guitarrista para criar e ensaiar junto. Muitos dos grooves e blastbeats que criei foi escutando meu irmão tocando guitarra. É incrível o efeito que uma guitarra tem sobre um baterista de metal, você escuta os riffs e sabe exatamente o que fazer. É algo natural e inspirador. O inverso também é verdadeiro - quando o guitarrista escuta o baterista detonando, abre-se um novo canal de ideias para criar. É importante conhecer a raiz do metal, conhecer pelo menos alguns dos mais importantes bateristas da história do metal, como Bill Ward, lan Paice, John Banham, Dave Lombardo, entre outros. Esses caras criaram padrões de levadas e viradas que revolucionaram o estilo. Hoje tem muito moleque querendo tocar rápido e ser técnico, mas sem pegada e feeling, porque não conheceram os grandes bateristas da história. Tenho influências que vão de Buddy Rich a Pete Sandovat de Billy Cobham a Dave Lombardo, de Mitch Mitchell a Igor Cavalera, e por aí vai. Quanto mais conhecimento melhor".

Adquira a Revista MODERNDRUMMER nas bancas de revista ou faça a sua assinatura através do site: www.editoramelody.com.br

A seguir, você pode conferir a partitura destes exercícios e estudá-lo.


Fonte: Revista ModerDrummer, nº 85, 2009, p. 31.



Atenção: Caso tenha alguma dúvida técnica (leitura, interpretação e aplicação prática de partitura), é importante consultar um professor capacitado para o seu correto desenvolvimento musical.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

MÉTODO BÁSICO DE PERCUSSÃO - UNIVERSO RÍTMICO - Mingo Jacob

Desde 1999 estou estudando bateria e percussão. Meu interesse começou quando estava passando em frente a uma casa, e ouvi uma bateria, era uma aula de bateria acontecendo bem ali dentro de uma casa que não parewcia nada com uma Escola de Música. Olhei bem e vi um pequeno letreiro indicando o nome da Escola, hoje, nem me recordo mais. Alguns dias depois, busquei informar-me sobre o valor da mensalidade do curso de bateria, era em torno de 35,00, valor consideravel pra época, pois trabalhando numa fábrica de costura, ganhava em torno de 150,00 mensal.
Com o inicio das aulas, que duraram apenas 7 meses no tal, pois desisti de frequentá-las, comprei certo dia uma edição da Revista Batera nº 2, recém lançada no mercado (hoje 2009 extinta), onde que aprendi a ler partitura de bateria após algum tempo de assinatura, pois as aulas de bateria não me cativaram, isso porque o professor na se dispos a ensinar-me a ler partitura, algo que queria muito aprender pelo fato de ser uma pessoa que busca saber os 'porquês' de tudo que faço.
Com a desistencia das aulas de bateria, comprei uma bateria BNB, na época, via jornal, o modelo do jornal apresentava uma bateria 'bonita', vermelha, com pelas de resposta, me fascinou, logo, comprei a bateria via telefone, eu morando em São Gabriel da Palha-ES e o anúncio era de Vitória-ES (capital), logo, advinhem? Quando chegou a bateria (média de uns 350,00 o valor, quase três meses de salário na época), a bateria não tinha pele de resposta, algo que me deixou indignado, liguei para a loja, via orelhão, pois não tinha telefone fixo em casa, e questionei o produto, a resposta: "A foto do jornal é meramente ilustrativo". De fato, tinha esse ítem no anúncio, bem pequeno, nem tinha reparado, algo que n~]ao me levou a perguntar sobre as características do produto, logo, fui vítima de minha própria imaturidade, pois recém iniciado o meu interesse na bateria, de fato não daria outra, 'comprei gato por lebre'.
Mais essa é a parte inicial de meu envolvimento no mundo dos tambores, em seguido recomendo um método muito bom de percussão, comentado pelo autor, método este que comprei 2003, já morando em Curitiba, onde estava estudando Teologia desde 2002. Em breve continuo minha história sobre a jornada no mundo dos tambores. Bons estudos!

Este método é dirigido ao ensino de instrumentos de percussão e conta com a apresentação de Dinho Gonçalves, um dos maiores mestres do assunto no Brasil. A obra se destina a auxiliar no aprendizado da arte da percussão, através de informações históricas e técnicas, com exercícios progressivos para alguns instrumentos, tais como: tan-tan, pandeiro, tumbadora, bongô, agogô, tamborim, timbales, tima com vassourinha e berimbau. A obra abrange, ainda, conceitos básicos de música, como divisão rítmica e simbologia, e práticas de execução de rítmos como o samba de roda e o mambo. O método vem acompanhado de um CD, que agiliza o aprendizado por parte dos estudantes, de uma discografia básica e de um glossário de vários instrumentos do gênero.